Reunião com o Interact de Astorga!
No dia 1º (primeiro) de Maio, os Interacts Clubs de Londrina Sul e de Astorga realizam a primeira reunião conjunta entre si e, logo após a finalização das pautas, houve uma pequena dinâmica.
Reunião com o Interact de Astorga!
No dia 1º (primeiro) de Maio, os Interacts Clubs de Londrina Sul e de Astorga realizam a primeira reunião conjunta entre si e, logo após a finalização das pautas, houve uma pequena dinâmica.
Arroz de Braga - Festiva do Dia dos Pais
No dia 08/05/2021 o Rotary Club de Londrina - Sudeste comemorou de forma virtual a Festiva do Dia dos Pais, mas nem por isso faltou alegria e companheirismo, pelo contrário, foi uma deliciosa festa aonde os companheiros receberam em forma de delivery, um delicioso Arroz de Braga, um prato que é a especialidade do nosso club.
Projeto interno - Gartic
O Interact realiza de tempos em tempos projetos internos, sendo eles jogos, brincadeiras, etç. No dia um de abril, em uma reunião semanal, combinamos de jogar no dia 10 de abril, promovendo assim a interação dos sócios.
Blitz do Bem
O clube Interact de Apucarana foi convocado no dia nove de abril para participar do projeto "blitz do bem", elaborado e efetuado pelo Rotary de Apucarana em parceria com o Sesc. O projeto contava com a arrecadação de alimentos e produtos de higiene pessoal sendo doado para famílias necessitadas de Apucarana e região. Foi realizado no mercado Molicenter, ação no qual o interact efetuou apenas no dia 10 de abril.
O Rotary está preparado para o mundo on-line?
Nestes meses de abril e maio tenho preparado e realizado palestras e treinamentos para o Rotary que dizem respeito à Imagem Pública e por consequência tecnologia e redes sociais. Ao preparar esses momentos, faço várias reflexões que envolvem nossa sociedade atualmente, o Rotary, os momentos de avanço tecnológico e de pandemia. Por estas reflexões conseguiremos entender atém mesmo o motivo de clubes e distritos estarem perdendo associados. São algumas destas reflexões que trago também aqui na minha penúltima mensagem mensal. Sendo que minha última mensagem mensal será praticamente um resumo e uma "passada" do que fizemos na gestão, esta é a última mensagem mensal de tema livre. Por isso faço aqui alguns apontamentos no sentido de incitar a curiosidade e instigar alguma mudança para nossos novos tempos (que já não são tão novos assim). Redes Sociais Quando pensamos em redes sociais, devemos entender que na história da humanidade o homem sempre se relacionou em rede, tanto que o Rotary é um exemplo disso. Se relacionar em grupos, tribos, clubes ou redes, portanto, é uma caracteristica humana. Por meio das interações sociais ao longo da vida aprendemos desde valores, crenças, hábitos, linguagem, regras e até sentimentos. Uma tendência natural do ser humano é a de procurar uma identificação em alguém ou em alguma coisa. Quando uma pessoa se identifica com outra e passa a estabelecer um vínculo social com ela, ocorre uma associação humana, um grupo social. A própria Sociologia explica esta ideia e a deomina como Fato Social. O contato social abordado pela sociologia não é a interação física ou sensitiva dos seres, mas sim na comunicação de significados, signos, podendo ocorrer entre duas ou mais pessoas, entre uma rede, por exemplo. Estamos criando e disseminando fatos sociais uns com os outros o tempo todo. Quando entendemos isso, podemos entender o quão rápido e fácil é a ampliação das redes sociais. Por isso Clubes de Serviço se encontram regularmente, como o Rotary. Entendidas as relações sociais, temos que entender o outro fator primordial nesta ampliação de redes sociais nos tempos atuais: A tecnologia. Tecnologia A tecnologia é um conjunto de técnicas e métodos para a evolução da atividade humana, portanto a tecnologia também sempre existiu, do domínio do fogo até a ida para outro planeta. Em todas as gerações vemos a tecnologia. Mais do que divisão cronológica, as gerações são divididas pelas características comportamentais que acompanham, sendo influenciadas ou influenciadoras neste processo. A geração dos Veteranos ou Tradicionais é constituída por indivíduos que nasceram entre 1925 e 1945. Os Baby Boomers são os nascidos entre 1945 e 1964. Em seguida veio a geração X, que compreende o período de 1965 a 1984. Já a geração Y é composta por indivíduos que nasceram entre 1985 e 1999. Por fim, temos a geração Z com os nascidos a partir de 2000. As diferenças sociais de gerações sempre estiveram presente na história da humanidade, mas nos nossos tempos estamos no único momento em que cada uma destas gerações tem hábitos, costumes e valores diferentes. Baby boomeers têm em mente o enraizamento, a segurança e o ímpeto de se recompor por terem nascido num pós-guerra. A 'X' já viveu mais mudanças sociais por serem filhos de uma geração tão rígida, de ambiente militar. Também conhecidos como Millennials, os 'Y' estão muito mais focados experiência do que na aquisições materiais e acompanharam a mudança do off para o on-line. E se a geração Y cresceu em meio a transformação digital, a geração Z já nasceu conectada pelas tecnologias digitais. Em todas estas gerações a tecnologia esteve presente. Em todas as gerações a evolução foi essencial para a geração seguinte surgir e progredir também. Assim é atualmente. Mas é esta mesma tecnologia que nos embaralha e nos afasta se não entendermos o motivo de nos adaptar. Por mais que nascemos em décadas distintas, estamos todos vivendo em um mesmo mundo, um mundo convergente. A convergência é a audsencia de divisões e a interação de várias plataformas unindo tudo em um só mundo. Rotary Agora, no pós-pandemia (2020), algumas questões chegam para nos inquietar como rotarianos: Como o Rotary, (por nascer no começo do século passado, em 1905), é consolidado pela geração Veteranos e solidificado pelos Baby Boomers, vai continuar existindo com os associados das Gerações X, Y e daqui há anos a geração Alfa? Como ele deve atuar em uma sociedade convergente? Como o Rotary trabalha para a comunidade, sendo que a sociedade mudou? É para responder estas questões que nós precisamos entender que a necessidade da nossa sociedade, hoje com cultura participativa, já não são mais as mesmas necessidades de gerações atrás. Assim como já tivemos reticentes em andar em um Uber ou buscar algo no Google, também estamos reticentes em nos adaptar quanto Rotary, e isto é normal, não há culpados mas também não tem como fugir e precisamos pensar sobre. Entender a horizontalidade da inteligência coletiva é fundamental para trabalhar a transformação de um clube onde a hierarquia tradicional, verticalizada, ainda é mantida. Nossos tempos nos exige uma mente pouco mais lúcida para etendermos e aceitarmos estas novas formas. Precisamos pensar em fazer coisas novas de formas novas, e não podemos somente achar ferramentas e métodos novos para fazer algo antigo. Nada há de errado em fazermos as reuniões em vídeo e usarmos uma tecnologia (principalmente durante a pandemia que vivemos), porém não podemos achar que estamos plenamente atualizados e pararmos por aí. Não adianta querermos apenas transmitir reuniões em vídeo e achar que estamos digitalizados e concluir que encontramos a tecnologia. A internet é um meio, é uma ferramenta, mas as reuniões do mesmo jeito, mesmo horário, mesmo protocolo, mesmas regras, mesmos conceitos e os mesmos projetos na sociedade ainda não sao as novas maneiras de fazer Rotary. Rotary é companheirismo e hoje os companheiros estão conectados, mas além da ferramenta digital precisamos ter o sentimento, a alma, a vivência digital. Aliás, por que não termos uma nova forma de fazer companheirismo digital. Entender o desprendimento, o compartilhamento, a nova hierarquia, e estar aberto às novidades não vai nos ajudar somente em Rotary, a nossa sociedade toda está asim! Iremos evoluir na família, no trabalho e em tudo que nos relacionamos. Até mesmo o Curador da Fundação Rotária, Mário César de Camargo, na edição deste mês (Abril, 2020) da revista Rotary Brasil, ao destacar as lições aprendidas em 13 meses de confinamento pela Covid-19, e ressalta que o Rotary caminha para diversificação e o rejuvenescimento apesar de caminhar por onde sempre caminhou. Um dos destaques que mais me chamou a atenção foi quando diz que o Rotary caminha para uma maior flexibilização, com mais conteúdo e menos forma. "Somos um clube de amigos e amigas que se reúnem semanalmente para confraternizar ou um clube com foco na comunidade?" Com esta pergunta, já temos uma ideia do motivo de estar tão dificil o trabalho no Rotary. Talvez pensar somente na confraternização e no companheirismo, nos dificulta à atualização. Se pensarmos mais na comunidade e sociedade, seremos mais digitais, por que estamos vivendo, hoje, em uma sociedade digital. Mensagem do Presidente Bruno Cardial. (Abril, 2021)
Entrega de Máquinas ao CERVIM de Rolândia
Cervin ganha cilindro e modeladora de pão Doações de equipamentos de quase R$ 9 mil foram feitas pelos Rotary Clubs de Rolândia-Caviúna e de Londrina-Sudeste Publicado: 27/04/21 • 10h15 O Centro de Recuperação Vida Nova (Cervin), de Rolândia, vai incrementar a sua padaria nos próximos dias. A entidade ganhou um cilindro elétrico e uma modeladora de pão, doados pelos Rotary Clubs de Rolândia-Caviúna e de Londrina-Sudeste. Os equipamentos, que custaram cerca de R$ 8,9 mil, foram entregues nesta segunda-feira (26) na sede da entidade. Foram doados um cilindro industrial elétrico inox com pedestal e um modelador de pães e mesa. “Essa doação foi fundamental. Era uma necessidade nossa, mas para a qual não tínhamos recursos.”, afirmou Edson Galvan, presidente do Cervin. Ele se lembra que conversou com Fátima Cavalaro Gaffo, presidenta da Rotary Rolândia-Caviúna, em dezembro e ela perguntou do que a entidade precisava. “Os padeiros que passaram por aqui sempre falavam desse cilindro e dessa modeladora de pães”, ressaltou Edson. “Os dois clubes foram bem rápidos em nos atender e as máquinas já chegaram. O resultado disso vai estar na mesa todos os dias desses acolhidos”, concluiu Edson. Fátima Cavallaro explicou que a parte do dinheiro repassada pelo Caviúna é fruto da promoção do Barreado. “Por isso é muito importante quando as pessoas nos ajudam em nossas promoções. Aqui, podemos ver isso se tornando realidade na ajuda para outras pessoas”, ressaltou Fátima. O principal uso das máquinas será para se fazer o pão francês para consumo interno. O presidente do Rotary Londrina-Sudeste, Arthur Harbs, afirmou que essas doações fazem mais bem para quem doa do que propriamente para quem recebe. “É a primeira vez que doamos esse tipo de material”, revelou. Arthur também falou da parceira com o Rolândia-Caviúna, que tem dado muito certo. “Começamos a nossa parceria, e a nossa amizade, no show de patinação, há alguns anos. Não paramos mais”, relembrou o presidente. Hudson Celso Licha, 50 anos, é o padeiro do Cervin, onde aprendeu o ofício durante o seu tratamento. “Fazemos cerca de 250 pães do tipo francês para consumo próprio, mas sem modeladora. Também fazemos de 15 a 20 pães caseiro para a venda”, explicou Hudson. O padeiro afirmou que terá que aprender a trabalhar nesses equipamentos, mas que eles vão melhorar a sua produção. “O outro cilindro nosso travava de vez em quando, parava. Agora, temos um bem moderno”, comemorou Hudson. Matéria públicada pelo Jornal de Rolândia
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